Lúdicos
Lúdicos: Literário: música Ritmo de palavras que constem uma crítica a um certo assunto, como o tema a violência. U2 - Sunday, Bloody Sunday (tradução) by U2 Domingo Sangrento Domingo
não posso acreditar nas notícias de hoje oh, não posso fechar os olhos e fazê-las desaparecer
quanto tempo... quanto tempo teremos de cantar esta canção? quanto tempo? quanto tempo... porque esta noite... podemos ser como um esta noite
garrafas quebradas sob os pés das crianças corpos espalhados num beco sem saída mas não vou atender ao clamor da batalha ele me irrita, me encurrala,
domingo, sangrento domingo (4x)
e a batalha apenas começou muitos perderam, mas me diga quem ganhou trincheira cavadas dentro dos nossos corações e mães, crianças, irmãos, irmãs separados
domingo, sangrento domingo (2x)
quanto tempo... quanto tempo teremos de cantar essa canção? quanto tempo, quanto tempo? porque hoje à noite podemos ser um hoje à noite hoje à noite (4x)
enxugue suas lágrimas enxugue suas lágrimas enxugue seus olhos injetados
domingo, sangrento domingo (6x)
e é verdade que somos imunes quando o fato é ficção e a tv realidade e hoje milhões choram nós comemos e bebemos enquanto amanhã eles morrem a verdadeira batalha começou para reivindicar a vitória que Jesus conquistou domingo, sangrento domingo
domingo, sangrento domingo (5x)
Escrito por o trio da alegria às 11h56
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lúdicos
crônica: Narra fatos colhidos de notícias diárias, uma narrativa curta e leve, tendo uma linguagem simples e direta ao leitor. Por: Joe Rocha Rangel - Publicado em 29.11.2004
São Francisco, Califórnia - O horizonte encolheu alguns centímetros no mês de novembro. Pelo menos na árida paisagem do Oriente Médio. A morte de Yasser Arafat e o massacre militar dos Estados Unidos a Falluja consolidaram o ciclo da imprevisibilidade perfeita, onde ilusões positivas e vaticínios sinistros trocam sopapos no útero da história.
O falecimento do líder palestino produziu um otimismo cauteloso, acompanhado de uma inquietação psíquica dissimulada. Uma Autoridade Nacional Palestina comprometida a combater o terrorismo palestino, e dotada de transigência realística, pode conduzir a um desfecho desejável para décadas de conflitos sangrentos entre os dois povos.
Mahmoud Abbas, sucessor natural de Arafat na presidência da Organização para a Libertação da Palestina - e provável candidato do movimento Fatah, base política da OLP - é o atual veículo de tais esperanças, o sonho de várias gerações, a embriaguez de ópio de que este venha a ser o século do discernimento e da reconciliação. Só que muitos palestinos consideram Abbas um frouxo, vendido aos imperialistas ianques, subserviente aos caprichos de Ariel Sharon. Daí o risco de que o substituto de Arafat, a ser eleito na primeira semana de janeiro de 2005, seja algum linha dura do Hamas. O grupo Hamas forjou sua razão de ser na ambição maior do estabelecimento de um Estado Islâmico único na Palestina histórica, hoje dividida entre Israel e os territórios ocupados da Faixa de Gaza e Cisjordânia, e a extração do Estado de Israel do mapa da região.
O status quo tem sido um círculo vicioso medonho: palestinos explodem ônibus em Jerusalém; Israel retribui despejando bombas na Faixa de Gaza. Tem sido assim desde a deflagração da segunda intifada, em setembro do ano 2000. Via de regra, o ódio mútuo devora a razão, e seus efeitos desabam sobre os inocentes. Arafat condenava verbalmente os ataques terroristas a Israel, mas se mostrava impotente para evitá-los, ou indiferente a eles. Até que foi descartado pelos Estados Unidos e por Ariel Sharon e considerado um negociador inviável.
É doloroso lembrar que houve tempos em que a paz entre palestinos e judeus parecia inexorável. Em 1993, Arafat e o então primeiro ministro israelense, Yitzhak Rabin, assinam secretamente os Acordos de Oslo. A Declaração de Princípios resultante deles previa a transferência gradual dos territórios ocupados ao controle dos palestinos. Em troca, a OLP reconhecia a legitimidade do Estado de Israel e seu direito de existir, e abdicava da violência. O pacto provocou a ira de extremistas nos dois lados da fronteira, e Yitzhak Rabin acabou sendo assassinado por um estudante judeu fanático.
No verão do ano 2000, Bill Clinton agarrou a esperança pelo chifre, e trouxe Ehud Barak, na época primeiro ministro de Israel, e Yasser Arafat aos Estados Unidos, e meteu-se pessoalmente em longas deliberações. Clinton buscou pontos de equilíbrio, delineou possibilidades, espantou os dois homens e seus assessores com o conhecimento ilimitado e minucioso da história e da cultura dos dois povos, a importância dos lugares, dos prédios neles erigidos, as suscetibilidades, seus escrúpulos, a vaidade étnica capaz de manipular emoções. O Presidente dos escândalos e do sexo era também o Presidente do tirocínio e da energia psíquica. Na paz bucólica de Camp David, (mesmo lugar onde o Presidente do Egito, Anwar al-Sadat, e Menachem Begin, primeiro ministro de Israel, assinaram um tratado de paz, em 1973), eles entregaram-se à tarefa com disciplina, discutiram vários dias, dormiram pouco. Tudo indicava que chegariam a um acorde de paz definitivo. Mas Arafat retirou-se intempestivamente das negociações. E a violência eclodiu como a erupção de um vulcão adormecido que repentinamente desperta. E é curioso que Ariel Sharon tenha se incompatibilizado com seus constituintes ao decidir remover assentamentos judeus da Faixa de Gaza. Arrisca, assim, a carreira política—e a vida—por uma idéia que combateu ao longo de toda sua vida adulta, com todas as células de seu corpo.
Atualmente, o nó cego entre palestinos e israelenses está fora da lista de prioridades da Casa Branca - e fica mais difícil desatá-lo sem Colin Powell. O prestígio e a credibilidade do único membro internacionalmente respeitável do gabinete Bush, abusados pela Casa Branca nos últimos dois anos, conferem um ar de dignidade à diplomacia dos Estados Unidos. Recentemente, Powell, um Secretário de Estado que conseguiu ser mais popular do que o Presidente, desnudou sua mágoa: referiu-se ao seu famoso discurso ao Conselho de Segurança da ONU, na qual apresentou “evidências irrefutáveis das armas de destruição em massa do Iraque” como “uma ferida que jamais conseguirei curar.” Sua partida era previsível - ele e o vice-presidente Dick Cheney sequer se cumprimentam - mas esperava-se que ele permanecesse pelo menos até as eleições no Iraque, marcadas para 30 de janeiro, e se envolvesse na delicada transição política na Palestina.
Escrito por o trio da alegria às 11h53
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continuação da crônica
O que Dick Cheney, Donald Rumsfeld, e Paul Wolvowitz não percebem, ou preferem ignorar, é que o combate ao terror exige mais do que tanques blindados, mísseis Tomahawks, e tropas bem alimentadas. Ele requer imaginação. Ano passado, num memorando que vazou para os jornais, Rumsfeld lamentava que a Al-Qaeda era capaz de recrutar mais militantes do que os Estados Unidos conseguiam eliminar, um fato que, tragicamente, continua sendo verdadeiro.
O terrorismo global não se atenuará até que as bases militares ocidentais, encravadas em territórios árabes considerados sagrados, sejam removidas, e, acima de tudo, até que se chegue a uma solução negociada para o conflito na Palestina. Ele é motor e combustível desse rancor irrefreável que mata, destrói, e se retroalimenta em banhos de sangue periódicos. Nem todo “choque e pavor” da maior potência militar do planeta, e a determinação do Presidente Bush, podem impedir que fanáticos se suicidem, pois não há como se intimidar um homem preparado para a morte. A questão palestina demanda empenho, paciência, um mediador confiável e intelectualmente bem dotado.
A ocupação do Iraque, até agora conduzida de forma destrambelhada, só fez arranhar a ferida. Bagdá, hoje, é uma cidade instável e perigosa. Os Estados Unidos fundaram sua própria Faixa de Gaza, apropriaram-se de uma réplica do inferno nas entranhas do Golfo Pérsico, completa, com homens-bomba, demonstrações de rua, e a originalidade sadística da decapitação semanal de estrangeiros.
Falluja, a oeste de Bagdá, simboliza o dilema de uma ocupação conturbada, e talvez represente o resumo de toda ocupação militar na história do universo. Em abril de 2004, várias semanas de intenso combate de rua entre o exército de ocupação e insurgentes terminaram em um precário cessar-fogo. A segurança de Falluja foi transferida a uma brigada militar iraquiana composta de generais da antiga Guarda Nacional de Saddam Hussein. A idéia pareceu boa à época: uma solução iraquiana para uma circunstância delicada. No entanto, a situação deteriorou-se rapidamente, e alluja caiu ao controle dos rebeldes.
Nem bem terminara as eleições nos Estados Unidos, o Primeiro Ministro Interino do Iraque, Iyad Allawi, colocado no cargo pela Casa Branca, autorizou o comando central da ocupação a atacar a cidade. Falluja, nesse meio tempo, já se tornara um ninho de escorpiões, infestada de insurgentes com motivações diversificadas, unidos pelo ódio comum aos Estados Unidos da América: desafetos do proscrito partido Baath, mujahideens (guerreiros santos) de outros países árabes, e que se infiltram no Iraque pelas fronteiras desguarnecidas da Síria, e terroristas comandados pelo homem mais procurado no Iraque, o jordaniano Abu Mousab al-Zarqawi. Dessa vez, o exército dos Estados Unidos retornou com tudo, bombardeios aéreos, e a incursão de dez mil homens armados até os dentes. Mais de quarenta marines morreram na operação, quase quinhentos saíram feridos, e a Cidade das Mesquitas (como Falluja é conhecida) ficou reduzida a ruínas, com casas destruídas, linhas de energia e telefone pendurados nos postes— cadáveres apodrecendo nas esquinas.
Enquanto as tropas estadunidenses se ocupam com Falluja, uma onda de violência estremece Bagdá, e focos de insurreição eclodem em Mossul. Os Estados Unidos não dispõem de um número suficiente de soldados para reprimir a crescente rebelião em locais múltiplos simultaneamente. E a garotada de dezoito a vinte e poucos anos, os fãs do Eminen, fazem figa para que não haja uma convocação compulsória ao serviço militar.
Disse a um conhecido meu, um garoto de dezesseis anos, preocupado com a possibilidade de que seja mandado para lutar no deserto, que isso era pouco provável. Louro, branquela e magro, com a camiseta de Che Guevara e skate nas mãos, ele sabe quase tudo sobre o Vietnã, uma guerra que antecedeu em muitos anos à data do seu nascimento. “Sei lá”, coça nervosamente o queixo, “esse cara [o Presidente Bush] é meio doido”.
Enfurecidos, iraquianos sunitas ameaçam boicotar as eleições de janeiro, o que ensejaria aos xiitas uma supermaioria parlamentar, e cacife político suficiente para elaborar a constituição iraquiana permanente nos seus termos e aspirações. Ou seja, o Iraque se transformaria em um estado Islâmico nos moldes do Irã. Uma predominância xiita escancarada no governo do Iraque pode funcionar como querosene na fagulha, um estímulo à resistência violenta da parte dos iraquianos sunitas. Pior ainda, ela pode levar os líderes curdos a exigirem independência, e a tentarem conquistá-la a força, se necessário. Uma guerra civil seria um desdobramento catastrófico para a região inteira. Cristãos, muçulmanos, e judeus, e mesmo ateus humanistas, rezam para que ela não se deflagre, mas sua possibilidade aumenta um pouquinho a cada dia. Fanáticos de todas as tendências querem ver o circo pegar fogo.
Ao mesmo tempo em que redijo os últimos parágrafos de minhas ruminações, nos quais fatos antigos se renovam, e se confundem com outros antigos, observo, da minha janela, decorações de natal sendo prematuramente montadas. Ninguém se arrisca a prognosticar o futuro do Iraque, da Palestina, da guerra ao terrorismo, ou da civilização. Consultei estudiosos da região, amigos meus do Instituto de Estudos Internacionais de Monte Rey, conversei com conhecidos árabes e judeus entre xícaras de café e indagações inquietas: ninguém ousa um palpite.
Livre das preocupações com reeleição, todo Presidente dos Estados Unidos do segundo mandato se empenha na construção de seu legado, sua marca na história, o motivo de orgulho de sua geração, e de todas as outras que se seguem. Respondendo a uma pergunta de Bob Woodward, num diálogo registrado no livro “Plano de Ataque”, sobre como o Presidente imagina que a história o julgará, Bush não quis especular: “estaremos todos mortos, Bob, todos mortos...”.
Espero estar vivo daqui a várias décadas, arqueado, embora, sob o peso da decrepitude, e as incapacidades da velhice, mas com os pensamentos lúcidos, e o julgamento isento de preconceitos. Só então, uma vez assentada a poeira das décadas, e estabelecidas as conseqüências das decisões dos nossos líderes, será possível se constatar com distanciamento crítico e sem paixões, se o Presidente Bush foi o grande homem de visão do começo do século, ou o Presidente de férias num rancho do Texas, poucas semanas antes de 11 de setembro de 2001; um boneco de Cheney e Rumsfeld, ideólogos de sua administração que preconizam os Estados Unidos da América como um imbatível império do bem, disseminador ungido pelo criador para implantar democracias nos países ricos em petróleo, em um mundo que é a versão ampliada de Falluja: talvez seja preciso destruí-lo para salvá-lo
Escrito por o trio da alegria às 11h52
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Humorísticos
Quadrinhos:

Escrito por o trio da alegria às 11h47
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Humorísticos
charge: É a maneira de expressar, com humor, assuntos do dia-a-dia, como a violência.

Escrito por o trio da alegria às 11h41
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Persuasivos
PERSUASIVOS Indução: campanha comunitária Esclarece e tenta persuadir. Tende a ter um título chamativo, com imagens e linguagem clara, para orientar e convencer os leitores. Seguindo a tendência mundial de estímulo ao trabalho voluntário, o PARNASO implantou em 2004 o Programa de Voluntariado. Pessoas de todas as idades e formações profissionais podem doar horas de trabalho em prol da conservação em uma das três sedes do PARNASO. . As atividades envolvem: - Recepção e orientação ao visitante - Monitoramento e manutenção de trilhas - Apoio à brigada de prevenção e combate a incêndios florestais - Manejo de fauna apreendida (somente na Sede Teresópolis) - Apoio a atividades de pesquisa e manutenção do herbário - Recuperação e manutenção do acervo histórico e bibliográfico Além disso são realizados mutirões periódicos com atividades específicas. Os voluntários contam com alojamento (na Sede Teresópolis) ou autorização para acampar, entrada gratuita no parque (mesmo fora dos dias de atividade), uniforme e, dependendo da atividade, alimentação. Se você quer ser voluntário no PARNASO, preecha a ficha de cadastro de interessados no trabalho voluntário e envie para parnaso.rj@ibama.gov.br. Seus dados ficarão armazenadas no nosso banco de dados, e você será contactado quando houver disponibilidade de vagas. Cartaz: O cartaz enstrui ao leitor de diversas campanhas, como por exemplo a baixo.
Polêmico: Editorial Expressa opinião de um jornal ou revista a respeito de um assunto atual e muito polêmico. Porque sou contra a guerra
No momento em que eu escrevo essas mal tecladas linhas a "Coalizão" (eufemismo para o louco do Bush e seus paga-paus) já está com o Iraque praticamente dominado, às custas de milhares de vítimas inocentes, fardadas ou não. Depois de tantas charges malhando os EUA, muitos internautas me cobraram um Editorial falando sobre a guerra. Resisti à idéia. Primeiro porque, se a opinião da Onu, da Rússia, da França, da Alemanha e - vá lá - do Brasil não fizeram a menor diferença, a minha é que não vai contar porcaria nenhuma. Ainda mais depois que os grandes articulistas do mundo inteiro já se debruçaram fartamente sobre o tema. Mas se você está lendo esta seção é porque faz parte da nossa grande família internáutica. E é assim, com a intimidade que esse contato diário nos confere, que vou dizer em pouquíssimas palavras porque, desde o início, já saí zoando o Bush e seu belicismo, mesmo sabendo que essa caca toda visa tirar do poder um dos ditadores mais cruéis da era moderna. Não vou falar sobre o interesse no petróleo iraquiano, os problemas na economia dos EUA, o desejo cego de vingança pelo 11 de setembro, a vontade de um filho mimado de se mostrar melhor que o pai... Você já leu bastante sobre essas teorias. Vou dizer simplesmente que sou contra essa guerra porque guerra é assassinato. São homens e mulheres matando homens, mulheres e crianças. Um expediente extremo para a solução de conflitos, que absolutamente não combina com qualquer preceito moral de nossa civilização. Menos ainda se confrontado com o que diz a filosofia cristã, tão levianamente citada por George W. Bush em seus discursos. Dá até pra entender que nos anos 40 vários países tivessem que derramar seu sangue para impedir o avanço de um invasor violento e poderoso como Hitler. Sim, é lamentável mas justificável a autodefesa de um povo invadido e bombardeado. Mas apontar Saddam Hussein e seu exército roto como uma ameaça à humanidade, ou mesmo apenas para os EUA, é no mínimo uma piada de mau gosto. Hoje o grande inimigo dos EUA não tem nome nem rosto, embora alguns achem mais cômodo representa-lo exclusivamente através daquela figura barbuda chamada Osama Bin Laden. Foi Osama e muitos outros osamas anônimos que arremessaram os Boeings contra o World Trade Center, não Saddam Hussein. O terrorismo não vai acabar com a queda do tirano iraquiano. O fundamentalismo islâmico não vai morrer, ao contrário, vai ganhar mais argumentos. O mundo - principalmente os EUA e a Inglaterra de Blair - se tornará um lugar ainda mais perigoso de se viver. Mas isso tudo não é nada perto daquela questão maior: espera-se que homens bons e civilizados não matem. A lei dos homens condena os assasinos, privando-os do contato social. As leis de Deus - não importa por qual nome você O chame - também pregam a tolerância e o respeito à vida. Uma guerra que teve sua origem do nosso lado do mundo, no nosso continente, em pleno ano de 2003, expõe de forma frustrante nossa fraqueza e brutalidade. E é assustador pensar que um único homem, tendo força para decidir entre matar ou não matar milhares de pessoas, tenha optado pelo assassinato em massa de seus jovens soldados, e dos soldados e civis do país onde vive o "inimigo". Bush é um monstro sanguinário, tanto quanto Saddam. E se compara a Bin Laden quando atravessa as fronteiras de seu país para espalhar terror, do outro lado do mundo, em nome de uma causa. É por isso que, mesmo sem torcer pro Saddam, sou contra Bush e essa sua guerra vergonhosa.
(Maurício Ricardo, presidente das Organizações Charges.com.br, continua tomando Coca-Cola e comendo McDonald"s, mas trocou o BigMac pelo MacChicken porque ouviu dizer que Bush cria gado no Texas)
Escrito por o trio da alegria às 11h30
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Informativos
INFORMATIVOS Notícia Onda de violência na capital iraquiana deixa 20 mortos da Folha Online
Ao menos 20 pessoas morreram em três ataques separados, ocorridos nesta quinta-feira na capital iraquiana, Bagdá, segundo a polícia iraquiana. No pior deles, 11 pessoas morreram em frente a um posto policial, em uma ação similar a ocorrida ontem na cidade curda de Irbil (350 km ao norte da capital), e que deixou cerca de 50 mortos.
Outras nove pessoas --todos policiais iraquianos-- morreram em outros dois ataques rebeldes. Nesta quarta-feira, a onda de violência deixou 60 mortos em todo o país.
O aumento da violência no Iraque é uma tentativa --por parte dos rebeldes sunitas-- de desestabilizar o novo governo democrático do país. Os insurgentes têm como alvo as forças de segurança iraquianas, recrutadas e treinadas por soldados americanos, como parte dos preparativos para a retirada das tropas estrangeiras do Iraque.
Segundo estatísticas divulgadas pela Brookings Institution (organismo independente), ao menos 616 policiais iraquianos foram mortos nesse ano. Site: www.folha.uol.com.br A notícia contém uma linguagem imparcial, objetiva e direta. Relata um fato em 2 partes: Lead: resumo da matéria Corpo: passa os detalhes da reportagem como, onde, etc...
Reportagem Missões de Paz A solidariedade dos soldados brasileiros e principalmente do presidente da época, que era Fernando Henrique Cardoso, de enviar tropas das Forças Armadas à Moçambique(um país quase sem sonhos, sem nenhuma motivação para dar um basta a vilência), foi principalmente uma missão de paz afirmava o cientista político Eliézes Rizzo Oliveira, do núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade de Campinas(UNICAMP). Foram também enviados mil(1000) soldados para ajudar no restabelecimento da ordem em Angola(1995). Mais recentemente o processo de paz está sendo dado no Timor Leste, embora de forma bastante tímida. Segundo o coronel Vieira, participar de missões de paz ajuda no aprimoramento das tropas. A reportagem contém informações mais profundas
Entrevista
Presidente da câmera, Severino Cavalcanti, entrevista com ISTOÉ Fatos que mais destacam o lado humano de um ser. ISTOÉ: O senhor, então, não enriqueceu na política? Severino: Eu empobreci. É o que eu chamo de empobrecimento ilícito(risos). Minha mulher tinha uma herança, eu gastei tudo na política. Tinha meus negócios, era um homem bem realizado, e hoje não tenho nada. Moro no apartamento da minha filha. Toda eleição fico devendo para pagar na outra eleição.
ISTOÉ: O senhor foi eleito presidente da câmara em nome do baixo clero. O que mudou? Severino: É o tratamento, o carinho, o afeto que eles não tinham. A porta da câmara agora é aberta, recebo todos. O que os deputados gostam e querem é carinho e reciprocidade. Eles fazem tanto pelo governo e o governo faz muito pouco por eles. Entrevista colhe informações e experiências pessoais e profissionais, o texto é construído a partir de perguntas e respostas.
Escrito por o trio da alegria às 11h28
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A nossa opinião sobre a violência
Brasil, uma terra cheio de matas, florestas, cidades grandes, e com povo muito alegre, mas por trás de tanta beleza, há também um fato que todos os dias sofremos, onde não existe cor, credo, idade que é violência, sem maneira simples de se resolver. Muitos que se deslocam de casa, despedem-se de todos, pois não tem a certeza que irá voltar de onde vai , esse mesmo cidadão anda em ruas cheias de perigo, não só de suas estruturas, mas também de riscos de assaltos, seqüestros e até mesmo balas perdidas em tiroteios freqüentes, será certo isso para uma pessoa que passa uma vida de trabalho honesto, presa em impostos, ainda ter de se prender em casa para não ter riscos? A cada dia que ando nas ruas, mais grades, muros e até cercas elétricas são erguidas pelos moradores, fico a pensar, por que nos prendemos ao invés de prender aqueles que são criminosos? Mas o que mais tende a existir neste país, são pessoas honestas presas em suas residências e mal feitores soltos nas ruas não nos deixando a liberdade, que ainda por cima, além de nos roubarem, rezam a Deus que tudo corra bem. A que ponto isso irá chegar? Uma solução é dar dignidade ao seu povo, como empregos, mais condições financeiras a aqueles que tentam um melhor para si, uns desses são ladrões e assassinos, que estão nessa vida para tentar ganhar dinheiro mais fácil. A vida é a melhor coisa que temos, e o melhor que isso é a liberdade e a segurança de se andar nas ruas, para isso podemos, como cidadãos, educar aqueles que conseqüentemente irão seguir o caminho “fácil” do roubo para uma vida mais honesta, mais solidáriedade, a fim de vivermos melhor!
Escrito por o trio da alegria às 10h48
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